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Covid longa pode causar danos no coração, pulmões e rins, diz estudo

Publicado por: a 24 de Maio de 2022

Um grupo de investigadores da Universidade  de Glasgow, no Reino Unido, sugere que as pessoas com Covid longa têm mais hipóteses de desenvolver doenças como miocardite, indica um estudo publicado na revista médica Nature Medicine.

No período posterior à infecção, uma em cada oito pessoas relataram inflamação no coração, dizem.  “O estudo confere evidências objetivas de anormalidades de um a dois meses pós-Covid e essas descobertas estão relacionadas com os sintomas persistentes naquele momento e à probabilidade de tratamentos de saúde contínuos um ano depois”, afirma o professor Colin Berry, que liderou o estudo, ao jornal The Guardian.

Para chegar a estas conclusões, o grupo de investigadores analisou de perto os casos de 159 pessoas hospitalizadas com Covid entre maio de 2020 e março de 2021. Foram realizados uma série de exames e questionários nos 28 a 60 dias após a alta dos doentes. Os resultados foram comparados com os dados de um grupo de 29 indivíduos com condições de saúde semelhantes, mas que não foram infetados.

Segundo os autores do estudo, quem esteve hospitalizo demonstrou várias anormalidades, principalmente ao nível do coração, pulmões e rins. Cerca de 13% dos casos graves foram considerados por especialistas como muito propensos a ter miocardite, ou inflamação do coração. No grupo não infectado, apenas um participante recebeu a mesma classificação.

A probabilidade de miocardite também foi maior entre os profissionais de saúde e aqueles com lesão renal aguda, assim como quem tinha doenças mais graves que necessitam de ventilação invasiva.

Dados do estudo também revelaram que as pessoas hospitalizadas tinham mais hipóteses de necessitar de cuidados secundários de saúde por sintomas de Covid longa, com mortes e reinternamento também maiores nesse grupo.

Isto leva a uma “menor qualidade de vida relacionada à saúde, níveis mais altos de ansiedade e depressão e níveis mais baixos de atividade física”, explica Andrew Morrow, também da Universidade de Glasgow. Estas descobertas, conclui, “reforçam a importância da vacinação e dos novos tratamentos, que reduziram bastante o número de casos graves de Covid-19”.

fonte: noticiasaominuto/2022


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